segunda-feira, 30 de julho de 2012

Xadrez 2

Sjeng: nível 4 (serão 4 segundos de processamento??)

1. e4 Nf6 2. Nc3 d6 3. Bb5+ c6 4. Ba4 b5 5. Nxb5 cxb5 6. Bxb5+ Bd7 7. a4
Nxe4 8. Qg4 Bxb5 9. axb5 Nf6 10. Qa4 Nbd7 11. Nf3 Nb6 12. Qa5 Qc7 13. O-O
Qxc2 14. Re1 Ne4 15. d3 Qxd3 16. Qxb6 axb6 17. Rxa8+ Kd7 18. Be3 Qxb5 19. Rc1
e6 20. Ra7+ Kd8 21. Rcc7 Qxb2 22. h3 f6 23. Rcb7 Qb1+ 24. Kh2 Qf1 25. Ra8#
{White Mates} 1-0

terça-feira, 24 de julho de 2012

Linux: convertendo arquivos ogg para mp3.




sudo apt-get install avconv

sudo apt-get install ubuntu-restricted-extras

for x in *.ogg; do avconv -i "$x" "$x.mp3"; done

#Todos os arquivos que estiverem na pasta e contiverem terminação .ogg serão convertidos para .mp3 

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Quanto ateu tem no teu país?

Crer ou não crer? - Os números da religião e do ateísmo no mundo
Suécia: 85%
  • População: 8,9 milhões
  • Ateus: 7,6 milhões
Vietnã: 81%
  • População: 82,6 milhões
  • Ateus: 66,9 milhões
O budismo e o taoísmo, religiões comuns por lá, são vistos como uma tradição, e não crença.
Dinamarca: 80%
  • População: 5,4 milhões
  • Ateus: 4,3 milhões
Um levantamento da ONU aponta que países com boa taxa de alfabetização tendem a ser mais descrentes.
Noruega: 72%
  • População:4,5 milhões
  • Ateus: 3,2 milhões
Japão: 65%
  • População: 127 milhões
  • Ateus:82 milhões
Em 2008, o pesquisador britânico Richard Lynn concluiu que países com alto QI são mais ateus. É o caso da população japonesa, que mantém a média 105 - uma das mais altas já registradas.
República Tcheca: 61%
  • População: 10 milhões
  • Ateus: 6,2 milhões
Finlândia: 60%
  • População: 5,2 milhões
  • Ateus: 3,1 milhões
França: 54%
  • População: 60,4 milhões
  • Ateus: 32,6 milhões
Coreia do Sul: 52%
  • População: 48,5 milhões
  • Ateus: 25,2 milhões
Fonte: Mundo Estranho

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Mar Morto

Ouvi em algum programa de TV que foi Jorge Amado quem colocou o brasileiro na literatura. O brasileiro de verdade, o navegador, mestiço, que conhece candomblé e sabe o que é macumba. Em Mar Morto, Amado descreve o mundo do pescador Baiano do início do século XX, sua visão fatalista da realidade (vão todos morrer no mar), sua visão mística (Janaína os aguarda no mar). Os personagens mais instruídos da história, um médico e uma professora, que parecem estar no cais por abnegação, cogitam um milagre que mude aquela realidade (o milagre, fica subentendido, seria uma revolta popular). Muito interessante acompanhar o personagem principal, Guma, em seus conflitos, desejos e medos. Recomendo a leitura.

Atualizando:
Estou concluindo leitura de Jubiabá (ago/2013).  Nele há menção a Guma e a mestre Manoel. Foi publicado um ano antes de Mar Morto. Recomendo a leitura.

sábado, 14 de julho de 2012

While my guitar gently weeps



I look at you all see the love there that's sleeping
While my guitar gently weeps
I look at the floor and I see it need sweeping
Still my guitar gently weeps

I don't know why nobody told you
how to unfold you love
I don't know how someone controlled you
they bought and sold you

I look at the world and I notice it's turning
While my guitar gently weeps
With every mistake we must surely be learning
Still my guitar gently weeps

I don't know how you were diverted
you were perverted too
I don't know how you were inverted
no one alerted you

I look at you all see the love there that's sleeping
While my guitar gently weeps
I look at you all
Still my guitar gently weeps

Oh, oh, oh
oh oh oh oh oh oh oh
oh oh, oh oh, oh oh
Yeah yeah yeah yeah
yeah yeah yeah yeah

Filosofia (Noel Rosa)


O mundo me condena, e ninguém tem pena
Falando sempre mal do meu nome
Deixando de saber se eu vou morrer de sede
Ou se vou morrer de fome
Mas a filosofia hoje me auxilia
A viver indiferente assim
Nesta prontidão sem fim
Vou fingindo que sou rico
Pra ninguém zombar de mim
Não me incomodo que você me diga
Que a sociedade é minha inimiga
Pois cantando neste mundo
Vivo escravo do meu samba, muito embora vagabundo
Quanto a você da aristocracia
Que tem dinheiro, mas não compra alegria
Há de viver eternamente sendo escrava dessa gente
Que cultiva hipocrisia

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Os cuidados

Por vezes, eu acho que os professores somos a única categoria profissional na qual existem membros que se orgulham de ser incompetentes. Existem incompetentes em todas as área, da Medicina ao Senado da República. Mas, não consigo imaginar um profissional de outra área batendo no peito e se orgulhando de trabalhar mal ou errado. Vejamos.

Você concebe um médico dizendo aos colegas: "Eu não lavo mãos antes da cirurgia, acho uma bobagem." ? Consegue supor um engenheiro afirmando: "Eu não faço cálculos para fazer uma ponte, tenho mais o que fazer na vida." ? Não existe isso, ainda que engenheiros façam obras defeituosas e médicos matem pacientes por engano. Mas eles não se orgulham disso, pelo contrário.

Passei a vida ouvindo colegas se orgulhando de fazer provas de qualquer jeito. Outros não escondiam que corrigiam em plena sala de aula, quando não há concentração suficiente e ainda retira o tempo precioso de explicação de uma aula. Uma colega dava para outros alunos corrigirem prova e ainda disfarçava com supremo cinismo que era um recurso pedagógico para reforçar o conhecimento. O mais gritante é que nenhum deles fazia isso como um desvio de carácter ou simples vagabundagem, mas comentavam em alto e bom som.

Há um pacto de mediocridade muito sinistro na educação. Se você for um péssimo professor, der aulas ruins, mas os resultados forem bons nas notas, os alunos ignorarão todos os seus defeitos, pois é melhor ficar com um medíocre que dá notas altas do que arriscar um bom profissional que possa rebaixá-las. Além dos alunos, infelizmente, esse pacto pode existir também com a própria escola: "Aquele professor não ensina muito, mas não dá trabalho... vamos mantê-lo lá."

Educar é bonito, no entanto exige esforço e pode doer por vezes. A prova é um desses momentos. Elaborar, aplicar, corrigir e devolver comentando é coisa para profissionais. Encare esse processo com a máxima seriedade. É possível que, em inúmeras ocasiões, contaminados pela sua seriedade, os alunos respondam também com seriedade. Mas não espere muito não. Faça porque deve ser feito, porque é uma demanda pessoal, profissional e política. Internalize essa ideia. Repito a todo momento e vá em frente. Não trabalhe para ser popular ou querido da turma. Lógico que você não deve trabalhar para ser antipático ou duro. Trabalhe para fazer um bom trabalho. Por vezes, isso incomoda, mas qual seria o sentido de estar lá na frente ensinando se não fosse para ser bom?

Excerto de "Conversas com um Jovem Professor" Leandro Karnal Editora Contexto (Comprei na Livraria Siciliano - Midway Mall - Natal-RN R$ 26)

terça-feira, 10 de julho de 2012

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Pela Primeira Vez (Noel Rosa)



Pela Primera Vez

Noel Rosa

Pela primeira vez na vida
Sou obrigado a confessar que amo alguém.
Chorei quando ela deu a despedida
Ela me vendo a chorar chorou também.

Meu Deus, faça de mim o que quiser,
Mas não me faça perder
O amor desta mulher.
Na estação, na hora de partir o trem,


Ela me vendo a chorar chorou também.
Depois fiquei olhando a janela,
Até sumir numa curva o lenço dela.
Se meu amor não regressar, irei também
À estação na hora de partir o trem.
E nunca mais assisto uma partida
Pra não lembrar mais daquela despedida.